2 de maio de 2011

Jogo imobiliário

Na edição de ontem, o Diário do Rio Claro decidiu investir em uma polêmica,  afirmando que "compete a população filosofar sobre a real necessidade de empenhar R$ 3,9 milhões no reparo de um prédio que foi totalmente destruído por incêndio em 2010".
Sobre isso, dois esclarecimentos:
1º - Os criminosos e o descaso público não conseguiram destruir totalmente o edifício. Ainda!
2º - Como é uma verba federal, quem está arcando com os custos da reconstrução do nosso Museu é a sociedade brasileira, que deve mesmo questionar e acompanhar a utilização do dinheiro público pelos nossos políticos.
E, uma pergunta:
A quem interessa o abandono e a destruição completa do Sobrado da Baronesa de Dourados?

3 comentários:

  1. Esta pergunta deve ser retórica, sabendo-se da ligação que há entre o "Diário do Rio Claro" e uma grande imobiliária da cidade.

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  2. Antes de falar besteiras, leiam, leiam e leiam. Quase fui preso para verificar a denúncia de que os portões do Museu estavam abertos.
    Sobre a fala: compete a população filosofar sobre a real necessidade de empenhar R$ 3,9 milhões no reparo de um prédio que foi totalmente destruído por incêndio em 2010".

    1- Será que todo este $ será mesmo utilizado para a restauração?

    2- E as notas fiscais que achei jogadas no canteiro? Ninguém falou nada disso aqui? Eram mais de três, no valor de R$ 80 mil - só de locação do andaimes.

    3- Depois do prédio ficar abandonado, de deixarem ele ser destruído. Conforme reportagem que fiz naquele ano, quem garante que o Patrimônio cultural será preservado?

    Antonio Archangelo

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  3. A reportagem do Antonio Archangelo está lincada à postagem do dia 7 de abril.

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