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17 de agosto de 2011

O Diário do Rio Claro (2)

No artigo "Casarão da Família Scarpa: Rés-do-Chão?" o arqueólogo Anselmo Selingardi Jr. discute a demolição deste edifício no contexto da administração pública municipal para a preservação do patrimônio histórico, concluindo que "Rio Claro tem sido descaracterizada, com seu Patrimônio Arquitetônico dilapidado em nome de uma especulação imobiliária selvagem que desrespeita violentamente valores éticos e estéticos".

13 de agosto de 2011

O Diário do Rio Claro

Em meio aos ventos e turbulências que movimentam a política da cidade, o Diário estampa manchete de primeira página: "Situação do museu exige ação enérgica da Câmara e do Judiciário".
Em um longo artigo, analisa o descaso e a demora para as providências de recuperação do Sobrado da Baronesa de Dourados pela Prefeitura e termina questionando: "onde estão os vereadores, o Ministério Público e o Judiciário, que permitem esse descalabro?"
Acresecentaríamos: E também os órgãos diretamente responsáveis pela proteção do patrimônio histórico - IPHAN e CONDEPHAAT?

10 de junho de 2011

"Liberação"

Na edição de hoje, o Diário do Rio Claro pede a demolição do Sobrado da Baronesa de Dourados para a "liberação do trânsito na Rua 7".

E só pra lembrar: mesmo que viesse a ocorrer a demolição pretendida pelo Diário, permaneceriam as restrições de altura para novos edifícios na área do entorno do Sobrado da Baronesa de Dourados. Além das consequencias jurídicas (inclusive prisão) para os responsáveis pela destruição de um patrimônio histórico.

E continuam válidos os comentários feitos na postagem do último dia 2 de maio (Jogo Imobiliário).

2 de maio de 2011

Jogo imobiliário

Na edição de ontem, o Diário do Rio Claro decidiu investir em uma polêmica,  afirmando que "compete a população filosofar sobre a real necessidade de empenhar R$ 3,9 milhões no reparo de um prédio que foi totalmente destruído por incêndio em 2010".

Sobre isso, dois esclarecimentos:

1º - Os criminosos e o descaso público não conseguiram destruir totalmente o edifício. Ainda!

2º - Como é uma verba federal, quem está arcando com os custos da reconstrução do nosso Museu é a sociedade brasileira, que deve mesmo questionar e acompanhar a utilização do dinheiro público pelos nossos políticos.

E, uma pergunta: A quem interessa o abandono e a destruição completa do Sobrado da Baronesa de Dourados?

7 de abril de 2011

Os jornais...

O Diário do Rio Claro publica matéria relatando o (des)encontro de sua reportagem com o Secretário Municipal de Segurança nas obras (abandonadas) do Museu.
Ver matéria do Diário do Rio Claro

Já o JC Rio Claro informa que - de acordo com nota da assessoria da Prefeitura, a verba federal de R$ 3,8 milhões para reconstrução do Museu pode ser inviabilizada em vista do atraso no encaminhamento de parecer sobre o projeto pelo CONDEPHAAT.
Ver matéria do JC Rio Claro