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9 de janeiro de 2013

Obras (5)

Com o acompanhamento do arquiteto Mauro Bondi, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, o Estúdio Sarasá continua os trabalhos para recuperação do Sobrado da Baronesa de Dourados, conforme fotos de 08 de janeiro de2013.






22 de novembro de 2012

Obras (4)

Trabalhos em andamento para a recuperação do Sobrado da Baronesa de Dourados:

Sustentação das fachadas, montagem da estrutura metálica para o segundo pavimento, construção de muro de arrimo do subsolo, moldagem de tijolos de barro (para preenchimento das estruturas em madeira remanescentes da construção original).






3 de dezembro de 2011

Contrato

Com a presença do arquiteto Mauro David Bondi, do IPHAN, a Prefeitura de Rio Claro e o Estúdio Sarasá assinaram ontem o contrato para os trabalhos de recuperação do Sobrado da Baronesa de Dourados conforme projeto das arquitetas Cassia Magaldi, Leila Diegoli e Cynthia Evangelista (ver postagens dos dias 31de maio e 22 de novembro de 2011).

As obras devem ser iniciadas na próxima semana, com previsão de 12 meses, o que atende ao prazo estabelecido pela Justiça na condenação dada à Prefeitura de Rio Claro.

Em postagem no Facebook, Mauro David Bondi confirmou - dall`incendio si risorge, dalla ignoranza no!

4 de novembro de 2011

Recursos

A Prefeitura de Rio Claro anunciou ontem a liberação de R$ 3.800.000,00 pela Caixa Econômica Federal para a recuperação e construção de anexo do Sobrado da Baronesa de Dourados.

Prevê que até, no máximo, início de dezembro esteja contratada a empresa responsável pelas obras, de acordo com critérios de notória especialização estabelecidos pelo IPHAN.

13 de agosto de 2011

O Diário do Rio Claro

Em meio aos ventos e turbulências que movimentam a política da cidade, o Diário estampa manchete de primeira página: "Situação do museu exige ação enérgica da Câmara e do Judiciário".
Em um longo artigo, analisa o descaso e a demora para as providências de recuperação do Sobrado da Baronesa de Dourados pela Prefeitura e termina questionando: "onde estão os vereadores, o Ministério Público e o Judiciário, que permitem esse descalabro?"
Acresecentaríamos: E também os órgãos diretamente responsáveis pela proteção do patrimônio histórico - IPHAN e CONDEPHAAT?

13 de maio de 2011

Audiência

Desconsiderando alguns requisitos mínimos (como a prévia e ampla divulgação e a definição de data e horário que favoreçam o comparecimento da maior parte da população), a prefeitura realiza hoje (sexta-feira), às 14 horas, no auditório da Câmara, uma "audiência pública" para apresentar o projeto básico de recuperação e construção de anexo do Sobrado da Baronesa de Dourados, elaborado pela arquiteta Cassia Magaldi e que teve pareceres favoráveis do IPHAN e do CONDEPHAAT.

21 de outubro de 2010

Vistoria do IPHAN

Os arquitetos Mauro Bondi, Victor Hugo Mori e o historiador Caio Bourg, todos do IPHAN, estiveram ontem em vistoria ao Sobrado da Baronesa de Dourados acompanhados da diretora de patrimônio histórico e cultural do Município, Maryzilda Couto Campos, do representante da empresa "Estúdio Sarasá", o restaurador Antonio Sarasá Martin e da arquiteta Cássia Magaldi, que será a responsável pelo projeto básico do futuro museu.

9 de outubro de 2010

Início de obras

A empresa "Estúdio Sarasá Conservação e Restauração", contratada pela Prefeitura de Rio Claro - conforme acordo com o Ministério Público Federal e orientação do IPHAN, deu início no dia 4 de outubro às obras de escoramento emergencial das paredes do Sobrado da Baronesa de Dourados.

No mesmo contrato estão previstos: a separação dos escombros com estudo das peças, a abertura de valas para análise do solo e fundações e o projeto básico para instalação do Museu.

27 de setembro de 2010

TAC

De acordo com o IPHAN, graças a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) desse órgão com a Prefeitura de Rio Claro, foi elaborado contrato "para a remoção criteriosa dos escombros, escoramento de remanescentes e elaboração de projeto básico para reconstrução do Sobrado da Baronesa de Rio Claro (...) cujas obras já começaram e o IPHAN está acompanhando".

Apesar dessa boa notícia, não podemos deixar de registrar o desmoronamento de parte de mais uma das fachadas do edifício, ocasionado pela chuva, na manhã de ontem.

21 de setembro de 2010

O CONDEPHAAT...

É de conhecimento público que o traçado do núcleo original e mais quatro edifícios do centro de Rio Claro se encontram em estudo para tombamento pelo CONDEPHAAT como patrimônio histórico do Estado de São Paulo (outros quatro edifícios já haviam sido anteriormente tombados).

O que poucos sabem é que existe uma proposta de regulamentação desse tombamento, preparada pela equipe técnica desse órgão, que estabelece o controle da poluição visual e a ampliação da área com restrição de altura para novos edifícios (a partir das restrições já adotadas pelo IPHAN para o Sobrado da Baronesa de Dourados).

Há cerca de um ano essa proposta foi encaminhada para análise e votação do Conselho e estará inviabilizada se acontecer o desaparecimento completo do "Sobrado da Baronesa de Dourados", que é a base da regulamentação e o bem mais importante presente na área.

Agora, em vista do incêndio criminoso ocorrido, caberia ao CONDEPHAAT tomar uma atitude coerente com a sua função e encaminhar em caráter de urgência a votação dessa proposta, incentivando e acreditando na recuperação do “Sobrado da Baronesa de Dourados” e, acima de tudo, dando uma demonstração de defesa do interêsse público.

2 de setembro de 2010

Como anda o nosso abaixo-assinado

Em 29 de junho - então com 320 assinaturas, foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (agora na Promotoria de Justiça de Rio Claro); ao Ministério Público Federal (agora como "Tutela Coletiva" na Procuradoria da República em Piracicaba) e ao IPHAN em São Paulo.
Em 30 de junho foi protocolado no CONDEPHAAT e, em 02 de julho, na Prefeitura de Rio Claro.
Em 31 de agosto e 02 de setembro - agora com 1.500 assinaturas, foi reencaminhado ao CONDEPHAAT e ao IPHAN, acrescentado com o seguinte:

"Como se sabe, esse edifício foi vítima de um incêndio criminoso (conforme laudo do Instituto de Criminalística) em 21/06/2010, e desde então, e ao que nos consta, nenhuma providência foi adotada para a consolidação dos elementos remanescentes do sinistro.
Uma vez que essa responsabilidade ficou a cargo da Prefeitura de Rio Claro e que esta já declarou haver um aporte de R$ 4.250.000,00 (sendo R$ 3.900.000,00 do governo federal) para a recuperação do edifício, é de se estranhar que, passados 70 dias do incêndio, a única intervenção visível no local tenha sido a colocação de um alambrado nas calçadas em torno do mesmo.
Essa situação é muito preocupante, uma vez que a aproximação do período de chuvas coloca em risco de desmoronamento as frágeis paredes construídas em taipa.
Isto posto, solicitamos deste Conselho os esclarecimentos mencionados e todo o empenho possível para salvar esse importante patrimônio histórico e cultural".